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1º Seminário de Educação Ambiental

O I Seminário de Educação Ambiental é uma ação que tem como objetivo central debater questões contemporâneas do campo ambiental, especialmente as referentes à educação ambiental.

Nessa primeira edição do evento, o convidado será o Dr. Phillip Payne, professor do Programa em Esporte e Recreação ao Ar Livre (Sport and Outdoor Recreation) da Faculdade de Educação da Universidade de Monash, Austrália. Em 1983, o professor liderou o desenvolvimento do programa de Educação ao Ar Livre (Outdoor Education) da Universidade La Trobe (Austrália), hoje um dos programas de maior prestígio no mundo nessa área. Em 1987 foi convidado pelo Ministério de Educação do Estado de Victoria (Austrália) para redigir o Programa Estadual em Educação ao Ar Livre. Hoje, é co-líder do 'Education, Environment and Sustainability Faculty Research Group (Monash)', editor associado do periódico 'Environmental Education Research' e membro internacional da comissão editorial de outros quatro periódicos em educação ambiental.

Sua proposta para o I Seminário de Educação Ambiental envolve dinâmicas experienciais/práxicas com foco no (potencial) papel da estética (ambiental) em abordagens interpretativas/orientadores para a educação ambiental. Mais especificamente, preocupações em torno da eficácia e do valor da educação ambiental serão geradas que exigem profunda consideração, nomeadamente: perguntas sobre nosso ser e aprender – ou realidades ontológicas e afetividade das coisas e suas ecologias em busca do saber e do transformar-se; Geo-epistemologias e discursos/textos/linguagens de educação ambiental em enquadramentos Sul-Norte (Latinos-Ocidentais); potenciais/positivos e/ou problemas/armadilhas ao associarmos estética com a ética e a política (antropocentricamente/ecocentricamente).

O evento tem início previsto para as 14 horas do dia 25/07/2015 no Oceanário de Aracaju (Avenida Santos Dumont - Orla de Atalaia) e término previsto para as 18h do mesmo dia. As inscrições podem ser realizadas através do link: https://www.sigaa.ufs.br/sigaa/link/public/extensao/inscricoesOnline e a programação segue no cartaz de divulgação abaixo.

 

XXI Encontro de Pesquisa Educacional do Norte e Nordest - EPENN


O XXI Encontro de Pesquisa Educacional do Norte e Nordeste (XXI EPENN) irá realizar-se este ano no Centro de Educação da Universidade Federal de Pernambuco, nos dias 10 a 13 de novembro de 2013. A Comissão Organizadora Regional do XXI EPENN é composta pelos Coordenadores dos Programas de Pós-Graduação em Educação das regiões Norte e Nordeste, tendo como Instituições Promotoras os Programas de Pós-Graduação em Educação/UFPE, o Programa de Pós-Graduação em Educação Campus Agreste e Fórum de Coordenadores dos Programas de Pós-Graduação em Educação da Regiões Norte e Nordeste.

O tema do XXI EPEEN é INTERNACIONALIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL: IMPLICAÇÕES PARA A PÓS-GRADUAÇÃO.

O período para submissão de trabalhos e pôsteres inicia-se no dia 15 de abril e encerra-se em 07 de junho de 2013.

Maiores informações no site: http://www.epenn2013.com.br/

Congresso Nacional de Educação Ambiental & Encontro Nordestino de Biogeografia


Os Congresso Nacional de Educação Ambiental & Encontro Nordestino de Biogeografia são Eventos Bianuais, sediados na cidade de João Pessoa, encontram-se em sua terceira edição. O I CNEA, juntamente com o III ENBio, foram realizados no ano de 2009 com 1.300 participantes e o II CNEA & IV ENBio de 2011, com 1.500 participantes, e respectivos temas gerais: Educação para a Sociedade Sustentável e Saúde Global e Caminhos para a Conservação da Sociobiodiversidade.
O III CNEA tem como objetivo proporcionar amplo debate sobre as mudanças do meio ambiente em nível global e local, as atividades programadas incluem simpósios, conferências, palestras, debates e grupos de trabalhos, reunindo centenas de congressistas do Brasil e do Exterior.
O V Encontro Nordestino de Biogeografia é um evento acadêmico-científico, pautado na compreensão dos fenômenos naturais e antrópicos pertinentes à composição, relações e distribuição dos seres vivos na superfície terrestre e corpos hídricos continentais e oceânicos.
A Assembléia Geral da ONU elegeu 2013 como o ano destinado à Cooperação Internacional pela Água. Em sintonia com o “Ano das Águas”, o tema geral do III CNEA & V ENBio é Educação e Cooperação pela Água para a Conservação da Biodiversidade, norteando os 18 eixos temáticos para desenvolvimento, apresentação e publicação dos trabalhos acadêmicos, científicos e técnico-educativos.

Maiores informações na página do evento: http://www.cnea.com.br/

Entrevista: Michèle Sato (Revista Pátio Ensino Fundamental)

Ainda aproveitando a confirmação da vinda da Professora Michèle Sato ao 4º Encontro Sergipano de Educação Ambiental, deixamos uma entrevista com a mesma cedida à revista Pátio Ensino Fundamental.
Aproveitem!



É preciso ousar mudanças
Michèle Sato tem licenciatura em Biologia, mestrado em Filosofia, doutorado em Ciências e pós-doutorado em Educação. A diversidade em sua formação acadêmica tem contribuído para que ela lance um olhar aguçado sobre as questões ambientais, principal foco de seu trabalho.

Atualmente, é professora do Programa de Pós-Graduação em Educação na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e líder do Grupo Pesquisador em Educação Ambiental, Comunicação e Arte (GPEA). Também participa da comissão nacional da Plataforma de Direitos Humanos, Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais (DHESCA) na relatoria de meio ambiente. “Partimos do pressuposto de que, toda vez em que há um crime ambiental, há também um crime social, e as agressões ambientais causam maiores impactos nas camadas mais pobres ou nos grupos sociais vulneráveis”, explica. “Para além de direitos humanos, é preciso considerar a destruição da vida não humana e todo o suporte da natureza. Assim, a escola precisa fazer emergir a importância dos Direitos Humanos e da Terra, debater a temática, rever sua função social, enxergar para além dos seus problemas intrínsecos e envolver-se nos dilemas da sociedade”, afirma

Termos como “sustentável” e “sustentabilidade” são hoje repetidos à exaustão, embora muitas pessoas desconheçam seu real sentido e este acabe perdendo-se ou sendo interpretado de maneira equivocada e reducionista. Como a senhora define sustentabilidade?
O termo sustentabilidade parece ter sido banalizado não apenas porque é repetido à exaustão, mas porque é repetido por um grupo grande de pessoas das mais diversificadas áreas do conhecimento ou de atuação. Perdeu-se, assim, a identidade de quem está referendando o termo, já que se tornou um “jargão” pasteurizado em todas as áreas. Tecnicamente, a sustentabilidade é compreendida como algo durável que tenha a interface das três dimensões — economia, sociedade e ambiente —, mas acabou tornando-se um discurso vazio, porque as três dimensões estão apenas no nome, já que na prática muito pouco se concretiza. Pessoalmente, compreendo que a sustentabilidade deve incluir dois grandes destaques: a inclusão social e a proteção ecológica. A economia é subjacente a isso, assim como tantas outras essencialidades, como a educação, as ciências, a habitação, a espiritualidade e outras dimensões que chamamos de “qualidade de vida”.

Na maior parte das escolas, essa questão não fica muito clara. O que seria uma escola sustentável?
Uma escola sustentável almeja inclusão social com proteção ecológica. Alguns exemplos: um jogo de cores e luzes naturais no pátio da escola para que os surdos também possam cantar; uma exposição de cartuns ambientais em Braile para os deficientes visuais; rampas de madeira para os cadeirantes, em vez de concreto. E também uma bioarquitetura de aproveitamento das águas da chuva, conforto térmico, horta escolar ou trabalhos sobre a importância da alimentação livre de agrotóxicos. Trata-se de uma escola que sabe ouvir a comunidade e junto com ela elabora um projeto ambiental escolar comunitário, correspondente às identidades ali pulsantes: fenomenologicamente correspondente à realidade da escola, mas essencialmente estabelecendo um compromisso social e ambiental. Tem a organização de um currículo não mais hegemônico, e sim baseado no contexto de cada biorregião: educação indígena, quilombola, do campo e da cidade, entre tantas outras educações possíveis e dialogantes.

Há décadas se vem falando em ecologia, educação ambiental, sustentabilidade, mas percebe-se que os professores têm pouca informação. Além disso, tais questões ainda não são bem-trabalhadas no currículo das escolas. O que é necessário fazer para mudar esse quadro?
Há mais de mil anos falamos em matemática, geometria ou física, e não é verdade que tenhamos o sucesso dessas áreas nas escolas. A língua portuguesa, por exemplo, dispõe de uma enorme carga horária em relação às demais disciplinas, mas nem por isso as pessoas falam ou escrevem com gramática respeitável. A educação ambiental não é nenhuma ilha isolada em um continente educativo em crise sistêmica. Não é possível ser vencedor na educação ambiental se houver violência nas escolas e altos índices de evasão ou repetência. Existe um mosaico de tecido global na tessitura coletiva de pontos e nós, franjas e desenhos que conferem ligações entre pontos e linhas. Teremos de cuidar da escola — e basicamente da educação como um todo — se quisermos alcançar as mudanças desejadas. E, para isso, os pequenos pontos que a constituem devem trabalhar conjuntamente. Não há um ou outro culpado, nem uma ou outra área que seja bem-sucedida. O tecido educativo é o conjunto desses erros e acertos.

O que é preciso para que a escola seja formadora de cidadãos preocupados com a sustentabilidade do planeta?
 É preciso mudar a sociedade, ver a escola em seu âmbito, acreditar mais nos jovens, ousar mudanças, rever posturas, frear consumos, mudar estilos de vida, aprender a ser solidários. Estamos falando em mudar o modo como fomos criados, abandonar hábitos tradicionais, inovar e ser capazes de caminhar em outra concepção de mundo. Isso demora um pouco, por mais que os educadores ambientais tenham pressa em salvar o planeta cada vez mais ameaçado, mas a violência socioambiental existe justamente porque adotamos esses modelos insustentáveis de vida.

Muitas escolas abordam pontualmente a sustentabilidade e a educação ambiental, ou seja, com atividades sobre o Dia da Árvore, o Dia da Água, a coleta seletiva de lixo, mas a sustentabilidade não está inserida em seu projeto político-pedagógico. As ações pontuais são válidas?
As ações pontuais são interessantes, algumas vezes, porque despertam interesse pelo tema e fomentam algum debate, por mais irrisório que possa parecer. O Dia da Árvore (21 de setembro) deste ano foi celebrado com milhares de fotografias compartilhadas no Facebook. Parece ser uma atitude tola, mas foi interessante ver tantas páginas com árvores diversas. Contudo, não sendo um processo educativo, isso tem um papel pequeno frente à profundidade das mudanças necessárias no mundo. Nosso perfil imediatista e talvez pragmático aceita essas ações porque são visíveis e rápidas, porém a guinada conceitual de mudança socioambiental é lenta. Cumpre sempre destacar, todavia, que há um movimento em marcha, com vistas a construir projetos político-pedagógicos que saiam de meras datas e se enraízem em propostas pedagógicas mais processuais. No futuro, todo dia será o dia das mulheres, dos índios ou do Zumbi!

Haveria exemplos de escolas que desenvolvem um trabalho voltado à sustentabilidade?
Conheci muitas na Inglaterra, onde surgiu o termo “escolas sustentáveis”. Inúmeras escolas realizam não só a coleta seletiva de lixo, mas também exposições de desenhos e pinturas, enfatizando a bioarquitetura e a alimentação orgânica. Há belas experiências no Canadá, com a mitologia indígena. Os rituais são reproduzidos nas escolas e as hortas seguem uma lógica indígena, que garante o que eles chamam de land education, ou seja, uma educação mais próxima da terra. No Quênia, para não citar apenas os países ricos, conheci algumas escolas rurais que faziam plantações em rotação de culturas. Aproveitavam tudo e dispunham de enormes contêineres para captação de águas da chuva. Havia também uma espécie de tubulação que aproveitava o vento para girar moinhos usados na secagem das sementes para a merenda escolar. Pela condição socioeconômica, a bioarquitetura era escassa, e a ênfase estava na alimentação sem agrotóxico. Há outras boas iniciativas que não carregam essa nomenclatura em todo o mundo, mas são poucas, infelizmente, como é o caso brasileiro.

Existe alguma experiência em nosso país que mereça ser citada?
Há algumas vivências boas aqui e acolá. Ainda que sejam poucas, observa-se um movimento em percurso, acenando a emergência das mudanças necessárias. A proposta brasileira de escolas sustentáveis veio da inspiração inglesa, quando a coordenadora geral de educação ambiental do MEC, Rachel Trajber, esteve lá visitando escolas. Em Mato Grosso, a universidade federal (UFMT) e a secretaria de educação (SEDUC) aliaram-se, e já começamos o processo de formação de professores e jovens que se associam em coletivos (COM-VIDAS). Uma parceria com o Fundo Mundial para a Natureza (WWF) está em planejamento, e pretendemos construir duas escolas maravilhosamente sustentáveis. Nosso objetivo será calcular a pegada ecológica do município de Cuiabá e iniciar um amplo processo educativo contra o consumo, uma vez superado o problema da fome — pegada ecológica é um indicador de qualidade de vida mais abrangente que o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) que pode mensurar também o consumo individual Ainda estamos engatinhando nessas propostas, mas tenho esperanças de que teremos belas vivências ecopedagógicas na escola e fora dela.

Recentemente, o Brasil sediou a Rio+20. Como a senhora avalia os resultados desse evento?
Um retrocesso de 20 anos, uma “Rio menos 20”. Uma triste constatação de que a economia triunfou nos debates ambientalistas, trazendo a vã ilusão de que a natureza só pode ser vista por seu poder “recursista” de uso e acúmulo do capital. Foi um momento vergonhoso de constatação de que muito pouco foi feito em prol do ambiente pelos governantes, e não apenas do Brasil, mas do mundo todo. Temos testemunhado uma derrota após a outra: Belo Monte, transposição do rio São Francisco, aprovação do Código Florestal e tantas outras mazelas que assolam a natureza e as pessoas mais pobres, vulneráveis ou invisibilizadas de nossa sociedade patológica. É preciso mudar esses cenários para que o cuidado socioambiental seja possível.

O que a senhora diria aos professores que se preocupam com o presente e o futuro do planeta e querem dar sua contribuição, mas não sabem o que fazer?
Eu diria que não existe uma receita pronta a ser seguida, mas sim tentativas para mudanças. Que a escola não está isolada e que o sistema em crise precisa ser repensado à luz de uma complexidade de pontos e linhas que formam o tecido educativo. Que as pequenas ações realizadas somam-se e ecoam diferentemente em cada região. Um projeto, uma aula ou um debate ambiental podem parecer pequenos frente às atrocidades do mundo, mas tudo isso se magnifica quando consideramos a escola como centro de um universo local, articulada com a sociedade e com as mudanças, em vez de apenas aguardar passivamente pelas mudanças que a sociedade nos impõe. Também diria que existem inúmeras publicações, materiais, estratégias educativas e roteiros que oferecem diversas possibilidades para que a escola seja um espaço mais atuante e progressista no tocante às dimensões ambientais.

As escolas, assim como as indústrias, poderiam ser envolvidas nas discussões sobre os créditos de carbono?
Penso que a economia verde está enganando certos professores, tentando fazer parecer que os serviços ecossistêmicos são a grande solução do século XXI. Um dos grandes desafios educativos para o tratamento da mudança climática é que as pessoas não percebem o fenômeno climático com nitidez. Isso as desmobiliza, e algumas chegam inclusive a duvidar que a escassez da água seja um problema mundial. Por isso, a pesquisa torna-se importante na escola para que conduza alunos e professores a descobrir novos mundos, e não meramente reproduzir discursos. Depois da Rio92, o Brasil pautou a economia nos modelos de desenvolvimento. Houve retrocessos tremendos, não apenas ambientais, mas também sociais. Entrar na pauta dos créditos de carbono é meramente continuar uma política desenvolvimentista que só destruiu o planeta. É preciso ir além da economia!
Créditos da imagem:
Foto: Luigi Teixeira de Sousa/divulgação

FONTE: http://www.grupoa.com.br/site/revista-patio/artigo/7853/e-preciso-ousar-mudancas.aspx

Michèle Sato nas XX jornadas Pedagógicas de Educação Ambiental

Aproveitando para comemorar a participação da Michèle Sato no 4º Encontro Sergipano de Educação Ambiental, que acontecerá no período de 16 à 19 de julho deste ano na Universidade Federal de Sergipe, deixamos aqui no blog a comunicação de Michèle Sato nas XX jornadas Pedagógicas de Educação Ambiental que decorreram em Leiria nos dias 17, 18 e 19 de janeiro de 2013.

Enjoy it!

7º Congresso Mundial de Educação Ambiental




Chamada para envio de artigos para o 7º Congresso Mundial de Educação Ambiental, a ser realizado em Makarresh no Marrocos, entre os dias 09 a 14 de junho de 2013. O tema do Congresso é: Environmental Education in Cities and Rural Areas : Seeking Gretater Harmony.

A data final para apresentar artigos é dia 31 de outubro de 2012.
Maiores informações no site: www.weec2013.org

Segue o convite oficial abaixo:

A TODAS PERSONAS INTERESADAS EN EL MEDIO AMBIENTE Y LA SOSTENTABILIDAD

Estimados señores, estimadas señoras, desde 2003 hasta hoy miles de personas desde todo el mundo han participado a los WEEC (World Environmental Education Congress).
El año que viene nos encontraremos en Marrakech (Marruecos) para el 7.° WEEC, desde el 9 hasta el 14 de junio 2013.
Como de costumbre, todos los temas relacionados con la educación ambiental serán objeto de atención y todos los protagonistas, académicos, de la sociedad civil e institucionales, serán bienvenidos.
Por la primera vez, además, el WEEC ocurrirá en un país de cultura arabe-musulmana y por la primera vez un tema (la relación entre ciudades y campos, buscando una armonía) será objeto de una grande atención transversal a todas las áreas temáticas, sin dejar afuera, por cierto, todos los otros temas.
Hicimos todo lo posible para que la cuotas de inscripción sean bajas y Marruecos es un destino económico y de muy grande atractiva natural y cultural.
En breve, esperamos ser muchos en Marrakech dentro de menos de un año.
Espero que pueda participar a la grande cita de 2013: visite la página www.weec2013.org

2º Congresso Sergipano de Ciências

A Associação Sergipana de Ciência, ASCi, convida a todos para participarem do 2º Congresso Sergipano de Ciências, a se realizar no período de 04 a 06 de junho de 2012 no auditório da reitoria da UFS.
A promoção desta edição do Congresso Sergipano de Ciência tem como motivação congregar pesquisadores sergipanos de diferentes áreas de conhecimento que desenvolvem pesquisas no campo das Ciências e Inovação Tecnológica, bem como estudantes de graduação e pós-graduação.
A realização do Congresso durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia representará um espaço para divulgação nacional das pesquisas realizadas em Sergipe.
A inscrição de trabalhos vai até 25 de maio de 2012. Os autores dos melhores trabalhos serão convidados a apresentarem artigos para submissão na Revista Scientia Plena.

Para maiores informações acesse o site do evento no link a seguir: www.csci2012.com.br